Educação
O
computador não educa, ensina
A tecnologia pode ser uma poderosa ferramenta
para
facilitar o aprendizado, mas não pelas
razões que muita gente acredita

Monica Weinberg e Carlos Rydlewski
Fabiano Accorsi
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|O UNIVERSO EM 3D|
Às vésperas do vestibular, alunos do COC, em São Paulo,
são apresentados à formação do universo por meio de filme em três dimensões: a
tecnologia estimula o aprendizado
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A semana passada foi diferente das outras para a
classe da estudante Emeline Kunz Pereira, uma gaúcha de 12 anos. Acostumados a
assistir às aulas de porta aberta por falta de maçanetas e a pisar num chão que
há anos carece de revestimento, os alunos da 6ª série da escola estadual Luciana
de Abreu, em Porto Alegre, empreenderam uma viagem aos cinco continentes.
Emeline sobrevoou as savanas africanas e ficou sem ar ao avistar pela primeira
vez na vida a paisagem entrecortada pelos Alpes suíços. Filha de um zelador e de
uma dona-de-casa, a menina, na realidade, nunca cruzou as fronteiras do Rio
Grande do Sul, onde nasceu. A viagem da semana passada deu-se num ambiente
virtual, por meio de uma pesquisa simples na internet, depois que a escola da
estudante recebeu uma remessa de 100 laptops. Tornou-se com isso laboratório
para uma experiência patrocinada pelo governo federal cujo objetivo (ainda
distante) é presentear com um computador portátil cada uma dos 30 milhões de
crianças da rede pública. Por enquanto, chegarão a apenas 1.000 estudantes de
cinco escolas brasileiras, num projeto semelhante aos que estão sendo testados
numa dezena de outros países em desenvolvimento. Eles têm em comum o mesmo caldo
teórico: ao se distribuírem laptops a crianças pobres, acredita-se que elas
ganhem uma ferramenta para descortinar novos – e mais promissores – horizontes
na escola e em casa. Conclui a gaúcha Emeline: "É incrível o que a gente faz com
esse computador nas aulas".
Mirian Fichtner
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|PASSEIO PELOS ALPES|
Numa das primeiras atividades escolares com o laptop, a
gaúcha Emeline, de 12 anos, empreendeu uma viagem virtual pelos cinco
continentes: "Não tenho computador em casa e jamais imaginei que poderia usar
uma máquina como esta. É muito legal", diz Emeline
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A chegada dos laptops às salas de aula de um
número imenso de escolas brasileiras traz ao país uma questão sobre a qual
educadores no mundo todo estão debruçados: como fazer dos computadores, que
abriram à humanidade uma nova dimensão de acesso às informações e à produção de
conhecimento, um instrumento para transformar a velha escola, praticamente
congelada no tempo desde o século XIX? Experiências recentes de países onde as
crianças já usam a tecnologia para desbravar as matérias indicam que o efeito
mais revolucionário dos computadores em sala de aula é o mesmo que os tornou
imprescindíveis fora do ambiente escolar: sua capacidade de formar redes. Foi
com a internet, à qual estão hoje conectadas mais de 1 bilhão de pessoas em todo
o planeta, que o computador deixou de ser um acessório para facilitar a execução
de operações matemáticas e se transformou numa ferramenta por meio da qual se
faz a troca de idéias e são compartilhados projetos de pesquisa que transcendem
as fronteiras geográficas. Em equipes espalhadas por diferentes países, os
cientistas desvendaram em mutirão o genoma humano e conseguem mapear em tempo
recorde vírus como o da sars, a síndrome respiratória aguda.
Para as escolas, ter os estudantes entrelaçados por
meio de redes virtuais é uma novidade – e um avanço no aprendizado, como
demonstram experiências (ainda isoladas) no mundo todo. Um bom exemplo vem do
Japão. Estudar em rede lá tornou-se uma febre. Com o computador, as crianças
dividem as etapas de um experimento de física e se lançam em longos debates
literários. Tais atividades, previstas no currículo, se dão entre milhares de
estudantes de diferentes escolas. Aplica-se com isso no ambiente escolar uma das
leis fundamentais da informática, enunciada na década de 70 pelo americano
Robert Metcalfe, pioneiro no uso da tecnologia para conectar as pessoas: quanto
mais gente ligada a uma rede, maior é o seu poder. Pesquisas feitas em escolas
que adotaram o trabalho em rede comprovam as palavras de Metcalfe. Os estudos
enfatizam dois efeitos positivos das comunidades virtuais. Primeiro, elas abrem
uma nova dimensão ao exercício intelectual, na qual as crianças são incentivadas
a desenvolver rapidez de raciocínio para dar respostas on-line e a expor idéias
diante de centenas de colegas virtuais. O segundo fato positivo é que as redes
ensinam a trabalhar em equipe. "Aprender a produzir em rede é um pré-requisito
às crianças do século XXI", resume José Armando Valente, do núcleo de
informática aplicada à educação da Unicamp.
Fabiano Accorsi
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|APRENDIZADO SEM FIO|
Conexão wireless permite que alunos da Fundação Bradesco,
em Campinas, usem computadores no recreio. Até o fim do ano, eles vão levar os
laptops para casa |
Os efeitos do computador na educação crescem
exponencialmente quando seu uso ultrapassa as fronteiras da escola – e nesse
ponto a idéia do governo federal de distribuir laptops para que as crianças
levem para casa é acertada. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (organização que
reúne países da Europa e os Estados Unidos) revelou que os melhores estudantes
de 41 países são aqueles que cultivam o hábito de utilizar o computador em casa.
O estudo esclarece as razões. Uma delas é que esses alunos dedicam 30% mais
tempo aos estudos, atraídos por aulas virtuais como as que dá o professor
brasileiro Soleiman Dias – na Coréia do Sul. Como os professores coreanos, ele
reserva uma hora do dia para tirar dúvidas e propor desafios on-line. "Os alunos
participam mais das aulas virtuais do que das tradicionais", constata Dias.
Outro impacto positivo dos computadores em casa é que eles ajudam a aproximar os
pais da vida escolar, fator decisivo ao bom resultado acadêmico. Dá-se de forma
simples: a família passa a ter acesso às lições por meio de páginas da escola na
internet. Será assim na casa da família Pereira, em Campinas. O filho, Victor,
de 9 anos, em breve passará a trazer um laptop da escola, notícia que emocionou
sua mãe, a costureira Sônia: "Ter um computador em casa era um sonho de todos
nós". Victor estuda numa das escolas da Fundação Bradesco, que iniciou em
setembro um projeto semelhante ao piloto do governo federal.
A primeira experiência de uso da tecnologia como
ferramenta de ensino deu-se com as máquinas concebidas pelo psicólogo americano
Burrhus Frederic Skinner, programadas para fazer perguntas que ganhavam
complexidade a cada resposta correta. Acreditava-se que o reflexo condicionado
pela tal máquina estimularia o aprendizado. Com a explosão dos computadores na
década de 70, o assunto ressurgiu na contramão do que pregava Skinner: a nova
corrente de entusiastas da tecnologia, encabeçada pelo doutor em matemática
Seymour Papert, defendia a tese de que caberia às crianças programar as máquinas
– e não o contrário. Elas aprenderiam por si mesmas, num processo que relegava
aos professores papel de meros coadjuvantes de uma infindável exploração
virtual. "A tecnologia substituirá a escola que conhecemos", pregava Papert. O
radicalismo sugerido pelo matemático não vingou, o que não o impediu de
influenciar especialistas como o americano Nicholas Negroponte. Ambos
participaram da criação dos laptops escolares que chegaram a Porto Alegre. Seu
maior chamariz em relação aos concorrentes, que também ambicionam conquistar as
salas de aula brasileiras, é o preço: na casa de 350 reais (veja quadro).
Os especialistas costumam estar de acordo sobre um
ponto básico: o computador pode, sim, dar contribuições relevantes à sala de
aula, mas tudo depende de como se faz uso da tecnologia. A experiência
internacional mostra que projetos parecidos com o que o governo brasileiro quer
implantar às vezes são desastrosos. Nos Estados Unidos, por exemplo, escolas que
distribuíram laptops às crianças voltaram atrás por ter chegado a uma conclusão
desanimadora. O alto investimento não havia contribuído para a melhora no
desempenho dos estudantes. Pior: os alunos perdiam tempo em navegações por sites
de redes de fast-food, em chats e ainda tentavam driblar os filtros de segurança
para acessar páginas pornográficas. Em escolas brasileiras, já se viu coisa
semelhante.
Fotos Fabiano Accorsi
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|DA GEOGRAFIA À MEDICINA|
Aluno do Objetivo usa realidade virtual para surfar sobre
relevo do litoral paulista. O Centro de Telemedicina da USP transmite cirurgias
e treinamento para sessenta instituições brasileiras |
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A principal causa do fracasso de tais programas é a
falta de preparo dos professores. Diz a psicóloga Afira Ripper, discípula de
Seymour Papert no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT): "Está provado
que o computador não surte efeito na classe de um mau professor". A psicóloga
remete a uma questão-chave para o sucesso de um programa como esse no Brasil:
como tirar proveito dos laptops em escolas cujos professores mal conseguem
formar estudantes capazes de concluir as operações fundamentais da matemática?
As experiências brasileiras de levar computadores às escolas públicas, até
então, foram um fiasco. Elas esbarraram em dificuldades básicas. A antropóloga
americana Juliane Remold dedicou dois anos à observação de trinta escolas
brasileiras equipadas com computador e traçou um cenário desolador. A metade das
máquinas acumulava pó nos laboratórios porque careciam de manutenção ou eram
ignoradas pelos professores, que muitas vezes não sabiam sequer ligar o
equipamento. O restante dos computadores, mesmo em uso, servia apenas às
burocráticas aulas de informática.
Outra barreira que merece atenção no caso
brasileiro é a falta de segurança oferecida aos computadores pelas escolas
públicas, alvos freqüentes de roubos e assaltos. No colégio Luciana de Abreu, de
Porto Alegre, tem-se uma idéia mais concreta do problema. Como a maioria das
classes não tem maçanetas nas portas, os 100 novos laptops testados pelo colégio
passam a noite trancados na sala do diretor, Iron Rodrigues. "Vou apelar para a
ajuda da Secretaria de Educação", desabafa o diretor. Um detalhe: parte dos
computadores deveria ser levada pelos alunos para casa, conforme prevê o
projeto. Mas os pais resistem à idéia. Como os filhos andam de ônibus, eles
temem que os laptops (fabricados em verde fosforescente) despertem o interesse
dos ladrões.
São dados que evidenciam a complexidade do projeto.
Olhar para as soluções encontradas em outros países e (mais raramente) no Brasil
pode ser esclarecedor. O primeiro ponto que aproxima os casos de sucesso é o
investimento na formação e no treinamento de um time de profissionais capaz de
incorporar os computadores à vida escolar. Em países como o Canadá, leva-se o
assunto tão a sério que as universidades oferecem uma especialização para isso.
As escolas canadenses contratam pelo menos um desses profissionais, encarregado
de organizar a biblioteca de software (sim, no Canadá toda escola pública tem
uma do gênero) e orientar os professores sobre o uso do computador em cada
disciplina.
Essa e outras bem-sucedidas experiências enfatizam
ainda a idéia de que o computador pode funcionar como poderoso motivador ao
aprendizado. Afinal, ele traz à sala de aula uma linguagem com a qual os
estudantes estão familiarizados – e adoram. Um dos trunfos de escolas européias
e americanas foi ter programado as máquinas para dar respostas imediatas: os
alunos são avisados no momento exato em que cometem um erro ou acertam. As
respostas instantâneas, dizem as pesquisas, incentivam mesmo os mais
desinteressados da classe a seguir com a exploração virtual: eles se sentem como
num jogo. Quando bem usados, os computadores também têm contribuído, de forma
decisiva, para despertar o interesse pela leitura. Depois que os livros ganharam
formato digital – com imagens animadas e recursos sonoros – bibliotecas de
escolas, como as da Coréia do Sul, passaram a receber 20% mais estudantes.
Nenhuma experiência, contudo, encanta tanto os
estudantes quanto a de embarcar numa viagem virtual simulada pelo computador.
Nesse caso, os softwares oferecem (literalmente) o céu. Permitem que as crianças
aprendam geografia ao "sobrevoar" os diversos relevos e vegetações do planeta.
Tornam possível que elas enxerguem o interior de uma célula em seus
microscópicos detalhes, numa projeção em 3D. Executam experiências com
substâncias tóxicas – sem que seja necessário tocá-las. Os estudantes manipulam
líquidos inofensivos, e o computador faz a simulação. Sem ele, tais tarefas
acabariam excluídas do currículo – e a aula de ciências seria menos atraente. No
caso brasileiro, a simulação é um recurso que pode abrir a alunos pobres
oportunidades intelectuais que dificilmente teriam ao longo da vida escolar. Por
meio do computador, estudantes de medicina na Amazônia recebem imagens on-line
de uma cirurgia de alta complexidade realizada na Universidade de São Paulo. Em
ainda raras escolas públicas do país, os estudantes aprendem sobre a era
medieval ao embrenhar-se num passeio em 3D pelos corredores do Louvre, em Paris.
Eles têm a sensação de tocar as roupas de época e de estar diante de um quadro
de Giotto. Resume o especialista Claudio de Moura Castro: "O computador pode
democratizar o acesso às informações".
Ao se distribuírem laptops a estudantes
brasileiros, dá-se a eles um bilhete de entrada a um gigantesco banco de dados
digital. É como se ali estivessem armazenados 40 bilhões de toneladas de papel –
6 toneladas por habitante do planeta. Nem tudo se presta ao enriquecimento
intelectual, como se sabe, mas a parte útil desse mundo virtual representa um
novo modelo para a educação. Antes da internet, aceitava-se a idéia de que a
leitura de uma boa bibliografia dava aos estudantes o "domínio da matéria". Com
as novas informações acumuladas dia a dia na rede, o desafio é outro: tornou-se
vital desenvolver a habilidade de achar o que se precisa em meio a esse universo
de exploração aparentemente ilimitado. O acesso ao computador é, portanto,
básico – e o fato de o governo cogitar fazê-lo chegar a milhões de estudantes,
em tese, é bom. Mas restam questões práticas a enfrentar ao investir num projeto
que encareceria em 40% os gastos oficiais com os estudantes da rede pública. A
primeira delas é concentrar esforços para elevar o nível dos professores. Só
assim o ensino brasileiro terá chance de deixar a rabeira nos rankings
internacionais – e os laptops poderão ampliar o horizonte de crianças pobres
como Emeline Pereira e seus colegas de Porto Alegre.
UM LAPTOP CONTRA A POBREZA
O computador que pode levar o mundo digital a quase
todas as salas de aula tem um pai – o americano Nicholas Negroponte. Há menos de
dois anos, ele surgiu com uma idéia que conquistou o interesse mundial: fabricar
um laptop para ser usado por estudantes em países pobres cujo custo fosse de 100
dólares. Esse valor, hoje pouco mais de 200 reais, um décimo do preço de um
aparelho similar vendido nas lojas, tornaria viável a criação de projetos para o
uso em massa desses equipamentos em salas de aula. O impacto causado pela
apresentação do protótipo dessa nova máquina deveu-se, em parte, ao currículo e
à credibilidade do autor do anúncio. Nicholas Negroponte é co-fundador do
lendário Media Lab, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). O
equipamento, batizado de XO, é uma pequena maravilha tecnológica. O verdadeiro
foco de Negroponte, no entanto, não está nos circuitos eletrônicos, mas no uso
que terá.
Uma das principais inovações do laptop está na
forma como é feita a relação entre a máquina e quem a utiliza. Desde o
lançamento do pioneiro Macintosh, da Apple, em 1984, os computadores funcionam
como uma metáfora de uma mesa de trabalho, onde ficam textos, planilhas,
documentos. No XO, a interface privilegia a conexão entre os usuários. Assim que
é ligado, o laptop mostra todos os aparelhos das imediações que estão
funcionando em rede. Negroponte sustenta ainda que, quanto mais precária a
escola, mais relevante se torna o uso dos laptops: "O XO amplia o tempo de
aprendizado do aluno, na medida em que pode ser usado em casa e em outros
lugares. Isso favorece a educação, que é a principal forma de combatermos a
pobreza em todo o mundo".
O uso de computadores em escolas é um sonho antigo
de Negroponte. Em 1981, ele e o sul-africano Seymour Papert, matemático e
educador, uma espécie de Jean Piaget do mundo digital, instalaram
experimentalmente aparelhos Apple II, um dos primeiros computadores pessoais, em
uma escola na periferia de Dacar, no Senegal. Em 2001, foi a vez do Camboja.
"Usamos notebooks para ligar escolas, cujo acesso era tão difícil que ninguém
conseguia visitá-las no período de chuvas", diz o cientista. Animado com essa
experiência, Negroponte e sua mulher, Elaine, criaram a organização One Laptop
per Child (OLPC, sigla em inglês de Um Laptop por Criança). A entidade é mantida
por mais de uma dezena de patrocinadores, entre os quais gigantes como o Google,
a AMD, a Nortel e o Citigroup.
O desafio da produção de uma máquina de 100 dólares
ainda não foi vencido e depende, sobretudo, da escala de fabricação. Hoje o
aparelho custaria 175 dólares. De qualquer forma, mesmo com o preço acima do
previsto, Negroponte acredita que o custo-benefício justifica a adoção dos
portáteis nos colégios. Ele explica: "Em menos de um ano, o valor do XO baixará
para 150 dólares. Considerando as despesas de conexão e o fato de que o
equipamento tem vida útil de cinco anos, o gasto mensal por aluno seria de 3 a 4
dólares. Existe uma forma melhor de gastar 3,50 dólares em um mês?".
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Gosto de trabalhar de maneira diversificada com meus alunos, mesmo assim ainda fico angustiada pois nem sempre tenho conhecimento suficiente para lidar com determinados recursos, principalmente o computador. Usar o computador é uma coisa, utilizá-lo como ferramenta pedagógica é outra coisa. Ainda tenho muito o que aprender, vinte e cinco anos de magistério ainda não foi o suficiente.
ResponderExcluirAS NOVAS TICS É UM DESAVIO ENTUSIASTA EU POSSO DIZER POR SER APAIXONADA PELAS TICS EM GERAL, REALMENTE HOJE ESBARRAMOS NA FALTA DE PREPARO DE PROFISSIONAIS E BAIXO INVESTIMENTO DO SISTEMA, GOSTEI DAS POSTAGENS. ROSE E GRUPO G
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